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Monóxido de Carbono

Quando o frio se aproxima, redobre cuidados para manter bem longe o monóxido de carbono. Um gás tóxico sem cor nem cheiro que resulta de uma combustão incompleta seja qual for o combustível. Pode surgir com a utilização de equipamentos mal instalados, mal regulados ou em mau estado, mas também com a utilização de braseiras, lareiras ou salamandras a lenha, em locais mal ventilados ou com exaustão deficiente. Não facilite. Evite o perigo de intoxicação.



Consulte a informação que divulgamos sobre os riscos de intoxicação por monóxido de carbono, elaborada pela Direção Geral do Consumidor





1. O que é o monóxido de carbono?

O monóxido de carbono - CO - é um gás tóxico, invisível, sem cheiro ou sabor e que resulta de uma deficiente combustão, qualquer que seja o combustível utilizado: lenha, carvão, gás (butano, propano ou natural), entre outros. A sua presença no ar não é preocupante desde que em níveis baixos.
É de difícil deteção e, a partir de níveis de concentração mais elevados, os seus efeitos nocivos podem manifestar-se rapidamente, levando ao aparecimento de tonturas, náuseas, convulsões, perdas de consciência e, em situações mais graves, à morte.

2. Quais as origens do perigo?


Alguns fatores estão na origem de uma acumulação excessiva de monóxido de carbono, nomeadamente:

  • Interferência do funcionamento do exaustor da cozinha na correta libertação para o exterior dos gases/fumos do esquentador, caldeira, lareira,...
  • Aparelhos de aquecimento ou produção de águas quentes incorretamente montadas ou em deficiente estado de conservação;
  • Insuficiente renovação de ar na habitação e ausência de ventilação adequada no local onde se encontram instalados os aparelhos;
  • Condutas de exaustão ou chaminés obstruídas ou mal dimensionadas não permitirão a correta exaustão dos gases/fumos.

O monóxido de carbono pode acumular-se em espaços fechados e por isso é recomendável especial vigilância em alturas de frio intenso, quando os aparelhos são mais solicitados e a ventilação do local tende a ser menor.

3. Que fazer em caso de suspeita de intoxicação?

Se sentir náuseas, dores de cabeça, tonturas, lembre-se da possibilidade de intoxicação por monóxido de carbono e:

  • Areje imediatamente o local, abrindo portas e janelas;
  • Se possível, desligue todos os aparelhos de combustão (Exemplo: esquentadores, caldeiras, aquecedores móveis a gás ou petróleo, lareira...). Se estiver em funcionamento, desligue igualmente o exaustor da cozinha;
  • Abandone o local;
  • Se alguém estiver com sintomas de intoxicação, contacte o Centro de Informação Antivenenos 808 250 143 (24 horas por dia). Em casos graves contacte o 112, para solicitar assistência às vítimas;
  • Contacte uma empresa credenciada para a resolução do problema.

4. Como evitar o monóxido de carbono?

Com vigilância e gestos simples:

  • Solicite inspeções periódicas à sua instalação de gás que deverão se realizadas por uma entidade inspetora credenciada pela DGEG.
  • A montagem dos aparelhos de queima deve ser sempre efetuada por uma empresa credenciada (consulte a lista de empresas instaladoras/montadoras e das entidades inspetoras credenciadas pela DGEG, em www.dgeg.pt.);
  • Solicite a verificação periódica do funcionamento destes aparelhos;
  • Mantenha a sua habitação arejada e nunca obstrua as entradas de ar;
  • Promova a limpeza das condutas de exaustão e chaminés, uma vez por ano;
  • Se o seu edifício tem instalado um sistema coletivo de extração mecânica, assegure a manutenção e a limpeza periódica da respetiva rede de ventilação e exaustão. Garanta ainda que este se encontra sempre em funcionamento. Caso este sistema tenha que ser temporariamente desligado (por avaria ou manutenção), garanta que não são utilizados os respetivos aparelhos de queima.

5. Não utilize para aquecimento:

  • Braseiras, em locais não ventilados.

6. Podem ser indícios da presença de monóxido de carbono no ambiente:

  • Coloração permanente amarela ou laranja na chama, em vez de azul;
  • Aparecimento de manchas nas condutas de evacuação ou junto a estas, ou descoloramento de aparelhos;
  • Alterações de comportamento ou mesmo morte de pequenos animais de estimação.

 

Saiba mais, conhecendo o nosso vídeo demonstrativo

Perguntas frequentes

Em que situações devo utilizar o número de emergência?

É importante que o Cliente contacte o piquete de emergência do seu Operador de Rede de Distribuição quando detecta cheiro a gás ou outras anomalias relacionadas com gás natural ou com as suas instalações que possam pôr em perigo pessoas ou bens.

Ao contactar o número de emergência, o Cliente faz deslocar uma equipe de piquete ao local. Em função da ocorrência e das anomalias encontradas esta equipa pode, por questões de segurança, interromper o fornecimento de gás natural ao imóvel.

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